O Ultimo Mundo
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
-"caramba que horas são? pelo jeito vai ser complicado escrever qualquer coisa sem muita imaginação, ainda mais com muitas coisas a serem feitas, aulas, provas, professores, tempo."
era uma tarde que parecia não passar de forma alguma, Paul estava cansado de tanto pensar, estava desatento tão desatento que um de seus amigos passou por perto dele e disse um olá e o mesmo passou desapercebido, mas ele viu algo estranho em Paul
- e ai Paul? ta tudo bem cara?
- oi? o que? ah! sim sim ta tudo indo.
no mesmo instante um rapaz mais alto do que o normal apareceu diante deles, tinha os olhos encobertos por um boné bem baixo, além de roupas esfarrapadas e velhas. Parou e ficou observando os dois por um certo tempo, esperando algo.
- Hector você ja se sentiu sendo observado por dentro?
- que?como assim? disse Hector.
- por dentro cacete, tipo por dentro da cabeça.
Sem perceberem e com uma velocidade descomunal, o estranho aproximou-se e tocou no ombro de Paul, e em seguida Paul caiu desacordado, Hector sem saber o que fazer tentou ajudar o amigo segurando-o, sentindo que o amigo estava desfalecido.
- mais que merda é essa? quem é você ? o que você fez? disse Hector.
- ainda é fraco na força física. Disse o estranho, como se não houvesse mais ninguém além dele e o jovem inconsciente. Ao tentar segurar o estranho, Hector tonteou e colocou as mãos ao chão quase caindo, e ao levantar os os olhos para ver o homem mal trapilho ele havia desaparecido.
era uma tarde que parecia não passar de forma alguma, Paul estava cansado de tanto pensar, estava desatento tão desatento que um de seus amigos passou por perto dele e disse um olá e o mesmo passou desapercebido, mas ele viu algo estranho em Paul
- e ai Paul? ta tudo bem cara?
- oi? o que? ah! sim sim ta tudo indo.
no mesmo instante um rapaz mais alto do que o normal apareceu diante deles, tinha os olhos encobertos por um boné bem baixo, além de roupas esfarrapadas e velhas. Parou e ficou observando os dois por um certo tempo, esperando algo.
- Hector você ja se sentiu sendo observado por dentro?
- que?como assim? disse Hector.
- por dentro cacete, tipo por dentro da cabeça.
Sem perceberem e com uma velocidade descomunal, o estranho aproximou-se e tocou no ombro de Paul, e em seguida Paul caiu desacordado, Hector sem saber o que fazer tentou ajudar o amigo segurando-o, sentindo que o amigo estava desfalecido.
- mais que merda é essa? quem é você ? o que você fez? disse Hector.
- ainda é fraco na força física. Disse o estranho, como se não houvesse mais ninguém além dele e o jovem inconsciente. Ao tentar segurar o estranho, Hector tonteou e colocou as mãos ao chão quase caindo, e ao levantar os os olhos para ver o homem mal trapilho ele havia desaparecido.
sábado, 19 de outubro de 2013
- Ed faça a primeira ronda, e acordaremos os outros o quanto antes de seu sono eterno.
- Sem problemas, mas ficara difícil ajeitar qualquer coisa sem comida, e num deserto?!
- Faça o que digo. Venha, o primeiro será Hector.
Desta forma Paul o primeiro livre toma Hector pelos braços e o deita, tentando acorda-lo de um sono profundo causado pelo choque mental.
- Sem problemas, mas ficara difícil ajeitar qualquer coisa sem comida, e num deserto?!
- Faça o que digo. Venha, o primeiro será Hector.
Desta forma Paul o primeiro livre toma Hector pelos braços e o deita, tentando acorda-lo de um sono profundo causado pelo choque mental.
Consciência
Paul tinha 33 anos quando veio a falecer após receber três tiros, um na cabeça, bem no meio da fronte e outros dois no peito, a morte procurada, foi um alívio de sua loucura mental. Como um bom estudante universitário, gozava o tempo em leituras aprofundadas de livros; mitologias, cultura oriental, ficção, além é claro de filmes de ação em tempos futuros, seus favoritos. Com 25 anos, imaginou ser bem dotado de imaginação e partiu para o inicio de uma grande jornada ideológica libertadora, capaz de livrar qualquer corpo de dor, tratava-se de escrever. Seu quarto, apenas um amontoado de livros e roupas que já fediam a meses, era apertado e continha um beliche, dividida a noite com um parceiro de quarto em um alojamento na universidade.
Em uma tarde ensolarada, resolveu pegar algumas folhas A4 que sobravam de impressões que eram rasuradas, inicialmente apenas pensamentos muito dispersos sobre ideias vinham a mente naquele momento, sua vontade era escrever um livro como Tolkien ou Stephen King, consagrados por grandes viagens em mundos imaginários, sendo assim, ele decide reler algumas de suas histórias preferidas, destes dois autores para incrementar a imaginação e a criação de um mundo próprio e seu.
"...imagino que com estas referências e alguns filmes de ficção de mundos alternativos eu possa ao menos esboçar meu mundo", pensou Paul, em seguida fez um roteiro e uma grande lista com vários títulos.
Doze horas depois de um grande empenho e duas faltas em aulas de cálculo, ele foi tomado pelo sono.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Inicio Premeditado
Vento
Cinco anos se passaram, seis escolhas foram feitas e apenas um fim será real.
Ventava muito naquela noite, era possível ver apenas 3 ou 5 metros de distância a frente da visão, mas, o pior, o maior perigo já havia passado, continuávamos juntos e firmes. Decidi parar, as pernas não obedeciam a algum tempo, mesmo assim persisti por mais alguns quilômetros carregando perdas, esperança e os fieis amigos, Deny, Hector, Colly e Ed.
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